Dicas: Varizes pélvicas e varizes nos membros inferiores (Parte 1)

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A insuficiência venosa crônica (IVC) dos membros inferiores é uma das enfermidades crônicas de maior incidência na população humana.

Esta operação também é conhecida como cirurgia tradicional e é utilizada no caso de varizes mais profundas ou grandes. As varizes aparecem com mais freqüência nos membros inferiores: pés, pernas e coxas. Pelo contrário, a retirada causa melhoria na drenagem venosa dos membros inferiores, aliviando sintomas, melhorando a estética e prevenindo as complicações da evolução da doença. As varizes ou varicoses (uma variação de varizes) são veias dilatadas, que afetam a parte mais superficial da pele, sendo as pernas e pés as principais afetadas. Dependendo da quantidade de veias varicosas que precisam ser retiradas, pode ser feita operação com anestesia local, com ou sem sedação, ou anestesia peridural. Geralmente, um mês após a operação dá-se início ao tratamento escleroterápico das veias residuais, as quais são quase sempre pequenos trajetos que foram interrompidos. Com ela é possível reabilitar pacientes recém-operados em menor tempo, possibilitando uma melhora mais rápida das funções de todos os membros. Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) já podem contar com técnicas menos invasivas e mais modernas para o tratamento de varizes e cirurgia bariátrica. As varicosidades não têm sido associadas com outras doenças, porém estudos relataram que pacientes com varizes nas pernas eram mais propensos a ter varicosidades na língua.

A Cirurgia Vascular é a área da Medicina que faz o diagnóstico e tratamento da patologia do sistema vascular que inclui a patologia arterial, venosa e linfática.

  • As válvulas venosas podem parar de funcionar corretamente,
  • As veias podem inchar, tornando-se varizes.

Alguns pacientes, principalmente aquelas mulheres que tiveram mais de 2 gestações, podem desenvolver dilatações dessas veias que drenam o sangue da região pélvica.

Ou seja, a insuficiência venosa das varizes pélvicas é “transmitida”, pelas conexões, para as veias dos membros inferiores levando á formação de varizes. O diagnóstico da causa das varizes dos membros inferiores pode necessitar investigação da circulação pélvica. Na história da doença pregressa a paciente relatou que, há mais de 10 anos, já realizou cirurgia para varizes, retirada da vesícula, períneo para suspender a bexiga. Em relação a paciente tratada neste estudo, pode-se notar que o tratamento fisioterapêutico é de grande importância em pacientes com osteoartrose. Portanto o tratamento fisioterapêutico é indispensável a esses pacientes a fim evitar a progressão da patologia, principalmente incapacidades, bem como proporcionar qualidade de vida ao paciente. Quando você fica parado por muito tempo, é mais difícil para suas veias bombear sangue eficientemente de volta ao seu coração e combater os efeitos da gravidade. A rotina preventiva para a trombose venosa profunda, doença potencialmente fatal, deve ser iniciada com fisioterapia, movimentando-se ativa e passivamente os membros inferiores naqueles pacientes impossibilitados de sair do leito. Caso não haja contra-indicação, a elevação dos membros inferiores melhora o retorno venoso, diminuindo a estase e prevenindo a trombose. Trata-se de outra complicação comum das varizes dos membros inferiores.

  • Aumento de volume da região em que foi feito a cirurgia plástica;
  • Presença líquido quando ocorre o apalpamento;
  • Ausência de calor no local e vermelhidão.

Carlos Machado – Atualmente, em cerca de 70%, 80% dos casos, as regiões do corpo mais afetadas são os membros inferiores, as pernas.

A prática, porém, mostra que a erisipela é mais comum nos membros inferiores. Drauzio – Por que a erisipela costuma acometer os membros inferiores? Carlos Machado – A grande maioria das erisipelas ocorre nos membros inferiores e está associada às micoses interdigitais, aos pés de atleta (onicomicoses) e às micoses de unha. Carlos Machado – Os imunossuprimidos submetidos a longos tratamentos ou com doenças crônicas muito debilitantes, em geral, têm erisipela nos membros inferiores. É consenso entre os profissionais que realizam o tratamento de varizes com técnicas pouco invasivas que os pacientes sentem menos dor e retornam mais precocemente às suas atividades. As varizes retiradas numa cirurgia não provocam danos à circulação, uma vez que as outras veias normais e o sistema venoso profundo normal encarregam-se de garantir o fluxo de retorno. • Exercícios sem uso excessivo de peso nos membros inferiores • Ciclismo (que fortalece a bomba venosa nos membros inferiores e favorece o retorno venoso ao coração) Diversos são os fatores de risco para o surgimento das varizes nos membros inferiores.

  • Infecção das veias;
  • Hemorragia;
  • Hematoma nas pernas;
  • Dor nas pernas;
  • Lesão dos nervos da perna.

Para pacientes que trataram casos graves, o cirurgião vascular pode solicitar o afastamento das atividades profissionais e de lazer por até 15 dias.

O ideal é que pacientes com varizes adquiram o hábito de vestir as meias diariamente, ainda mais se precisam permanecer muito tempo em pé ou sentados por algum motivo. Indicações: flacidez muscular e drenagem linfática de membros inferiores. Quando as veias dos membros estão dilatadas, como nas varizes, nos membros inferiores, principalmente na parte mais distal. Dor Usualmente os pacientes com varizes queixam-se de dor nos membros Os locais mais atingidos pela doença são os membros inferiores: pernas, pés e coxas. • Fique em repouso 24 horas após cirurgia, com travesseiro embaixo dos membros inferiores para deixá-los mais elevados que o corpo; VARIZES DIAGNÓSTICO COMPLEMENTAR:Ecodoppler Colorido: Exame que mapeia as veias do membro e discrimina as que estão incompetentes; Ultra-sonografia vascular: 19 em decúbito dorsal, em posição simétrica, com os membros inferiores flexionados

B) I e III são corretas As veias varicosas ou as varizes ocorrem quando as veias se dilatam e contêm muito sangue.

O termo varicosidades refere-se a alteração estrutural das veias que se tornam: As veias varicosas ocorrem mais freqüentemente nas veias superficiais das pernas, mas também podem se formar nos braços. Geralmente, aqueles que sofrem de varizes nos membros inferiores não têm hemorróidas dilatadas e inflamadas e vice-versa. Se podem formar veias varicosas também: Além disso, o aumento no nível de estrogênio e progesterona pode causar: Além disso o volume de sangue no corpo aumenta durante a gravidez. O tratamento fisioterapêutico pós-operatório vascular deve ser aplicado em todos os pacientes que se submetem a tratamentos cirúrgicos, sendo estéticos ou não. PUBLICIDADE: CONTINUE LENDO O CONTEÚDO :) As válvulas na veia são responsáveis por movimentar o sangue em direção ao coração, após a irrigação dos membros inferiores. A atividade mais conhecida desta especialidade médico-cirúrgica é, sem dúvida, a esclerose (secagem) e a cirurgia das varizes dos membros inferiores. As técnicas cirúrgicas endovasculares das varizes dos membros inferiores por Laser e Radiofrequência e a cirurgia corretiva da hiperhidrose/hipersudorese são disso um exemplo. Também refere-se à paralisia parcial ou completa de todo o tronco (ou parte dele) e de ambos os membros inferiores, a partir de lesões da medula espinhal torácica ou lombar. No início, unicamente líquido, o linfedema dos membros inferiores torna-se mais ou menos fibroso. O sistema linfático está presente em todas as regiões dos membros superiores e inferiores. As infecções e o aumento da massa ponderal são os fatores reconhecidos do agravamento dos linfedemas dos membros inferiores. A presença de linfonodos regionais palpáveis em pacientes com linfedemas primários dos membros inferiores pode sugerir hipoplasia dos vasos coletores distais e é de valor no prognóstico destes doentes. Uma das causas de aumento volumétrico dos membros inferiores que comumente tem o diagnóstico errôneo de linfedema é o lipedema. Os pacientes com esta condição não têm, na realidade, edema e sim deposição excessiva de gordura nos membros inferiores. LINFOCINTILOGRAFIA Usualmente, o diagnóstico clínico é suficiente na grande maioria dos pacientes com linfedema dos membros. Ferrandez, J. C.; Theys, S.; Bouchet, J. Y. Reeducação vascular nos edemas dos membros inferiores.